Uma agência francesa desenvolveu uma campanha usando o MSN no momento do trailler do filme Velozes e Furiosos 4. Achei bem interessante.

Vi no Comunicadores

Iniciar um negócio hoje na internet é pensar em publicidade como forma de retorno. A maioria das pessoas, principalmente jovens, atentaram para uma forma simples, porém rentável, de obter um retorno financeiro em cima daquilo que eles fazem na web. O exemplo mais clássico são os blogs. Sejam eles sobre informática, humor ou moda feminina, os autores sempre procuram algo em troca pelas informações disponibilizada. (Sim, ainda vivemos num mundo capitalista).

Hoje temos uma variedade de opções pra podermos rentabilizar com publicidade nos projetos online, através de links patrocinados. O Google Adsense, Hot Words, dentre muitos outros, oferecem dinheiro, em troca da publicidade em seu site. Funciona mais ou menos assim: A empresa paga ao Google para anunciar nos serviços dele. O Google reparte o lucro com os parceiros afiliados, através desta publicidade em seus sites. No final das contas, todos ganham.

Porém, engana-se quem pensa que essa forma de rentabilidade iniciou-se na internet. Observando dias atrás o programa Silvo Santos na televisão, percebi que o lendário apresentador da TV brasileira já exercia uma praticava  semelhante em seus programas. Quem nunca ouviu a famosa pergunta “Quem quer dinheiro?” ? Pois é. Apesar do programa não ser muito atrativo, muitas pessoas param pra assistir simplesmente porque querem o dinheiro, apesar de saber que nunca vai ganhar (pelo menos os que moram longe!).

Um outro dia, meu cunhado adolescente questionou-me: “Como é que Silvio Santos dá tanto dinheiro assim?”. Simples. Primeiro que não é muito dinheiro (isso te lembra os centavos ganho do Google Adsense?). Segundo, é que ele apenas compartilha – em proporções bem menores – o lucro dos comerciais vinculados nos intervalos do programa. Ou seja, uma empresa paga ao SBT para vincular uma propaganda, e Silvio Santos reparte o lucro, em forma de aviõezinhos com as meninas do auditório, e todos ganham, exceto você que assiste. Simples assim! O que ambas as práticas tem em comum? Os donos da empreitada ganham muito dinheiro com isso.

É notório o aumento de número de sites a cada ano. Isso se torna possível, devido ao preços cada vez mais acessível para manter um site na web. O registro .com.br, agora liberado para quem possui apenas CPF, custa R$30 ao ano, e é possível encontrar servidores com preços bem acessíveis, como o Infinite host, custando o plano mínimo apenas R$6,50.

Tudo bem. Os preços estão acessíveis, contratei um profissional, – ou – meu sobrinho já sabe colocar meu site na web, mas, e agora? No início de tudo, a internet era vista apenas como um cartão de visitas das empresas. E estar fora dela, era não se atualizar, modernizar. O problema é que a internet é muito dinâmica, uma metamorfose ambulante. Se não estivermos em constantes atualizações, ficaremos para trás.

Recentemente refleti sobre isso. Trabalhando desde 2004 com desenvolvimento para internet, observei que muitos conceitos foram alterados. Os sites deixaram de ser meramente um cartão de visitas, uma vitrine virtual e se tornou um meio de comunicação direta com o cliente. As tecnologias evoluiram a nos permitir isso. A interação passou a ser um mecanismo indispensável com o usuário. Quem nunca ouviu falar da Web2.0, wikipédia, ajax, redes sociais? Pois é. Muito tem se discutido, não tão muito tem se esclarecido. É uma bolha, ou um novo conceito?

O fato é que, há pouco tempo, procurando um curso de inglês renomado aqui em Salvador, fui buscar primeiro, logicamente, no Google. Encontrei alguns, mas dei preferência àqueles em que tinha certa credibilidade. Provavelmente visto uma propaganda na TV, ou não. Apesar de ter no rodapé da página o número do telefone do curso, como qualquer outro usuário digital e preguiçoso, optei por enviar um e-mail através do formulário de contato no site, para obter maiores informações de novas turmas e preços. E para minha surpresa, até hoje não recebi a resposta.

Alguém tem noção de como é isso? É como se eu tivesse entrado em uma loja e nenhum vendedor viesse me atender. O que você faria? Sairia tranquilamente, e dificilmente voltaria lá, pelo menos até esquecer. Óbvio! Se o site mantém um formulário pra contato, é porque este seria um meio de comunicação com o cliente, correto? Tá, talvez eu tenha digitado o e-mail errado, mas, curiosamente, voltei ao mesmo site, e mandei outro e-mail, sem sucesso… Seria mais justificável que não tivesse o formulário de contato, e a empresa atendesse apenas pessoalmente ou por telefone, disponibilizando-os no lugar do formulário.

Alguém sabe por que o condicionador normalmente vem com a tampa embaixo, como se estivesse de cabeça pra baixo? (No dia que você passar o creme antes do shampoo vai entender) Os meios de contato são diferentes, e se você tiver o formulário lá, não esqueça de avisar a sua secretária que este é o condicionador, e deixará seus clientes lisinhos. =)

Há um tempo a Locaweb, a maior empresa de hospedagem da América Latina, tem lançado uma campanha bem humorada sobre os serviços que ela oferece. Antes, a campanha se limitava apenas a tirinhas exibidas no próprio site da empresa.

Agora, a empresa lançou uma websérie (ou webnovela, para as mulheres ) O que que é isso?, que já está em seu 5º episódio. No mesmo esquema das tirinhas, a campanha aborda de forma discontraída os serviços e “bicho de sete cabeças” da TI.

Se essa campanha alcançará os leigos, não sei, mas tem divertido muitas pessoas que trabalham na área. Confesso que ri muito (e até me identifiquei) com o primeiro epsódio, “O carinha da TI”. =D