No ano passado, tive algumas oportunidades de conhecer melhor sobre a linguagem Ruby e o framework Rails, formando a dupla ágil Ruby on Rails (RoR). No evento Linguágil, quando participei pela comunidade PHP-BA, vi a apresentação do Daniel Lopes sobre o framework, que inclusive fez uma um blogzinho em alguns minutos.

Como eu estava estudando Java, procurando me aprofundar mais na plataforma, atendendo ao conselho de Andy Hunt e Dave Thomas, autores do livro “The Pragmetic Programmer”, que todo programador deve aprender uma nova linguagem de programação por ano, decidi investir esse tempo em algo novo pra mim.

Apesar de possuir alguns materiais em inglês (é só procurar no google), resolvi indicar aos fiéis leitores deste humilde blog, uma apostila da Caelum, Desenvolvimento Ágil para Web 2.0 com Ruby on Rails, e em português.  Só baixar aqui, direto do site da Caelum. Caso queira realizar um curso, existe uma opção do curso Ruby on Rails em Salvador (apesar de eu recomendar o estudo em casa, não deixa de ser uma opção).

Por enquanto, não falarei sobre o Ruby, mas pretendo, no futuro próximo (leia-se, esse ano), publicar um post sobre linguagens dinâmicas (incluindo Ruby), tema de meu TCC da pós. Até a próxima!

Há algumas semana, comecei a pesquisar mais sobre Ruby on Rails, na tentativa de estudar e aprender mais sobre a linguagem que tem chamado a atenção no mundo do desenvolvimento, por sua agilidade e produtividade. Por acaso, semana passada, li uma matéria na Info online, onde o blog Bitcetera listava 10 motivos mostrando que o PHP ainda era melhor do que o Ruby on Rails.

Pra mim, dizer que uma linguagem é melhor do que outra soa meio estranho. É como dizer que é mais poderosa: muito abstrato, não diz muita coisa (ou praticamente nada). De forma forma, não conheço o Ruby a ponto de fazer uma análise comparativa entre ambas as linguagens, sejam ela de produtividade, performance ou desempenho.

Recentemente recebi uma diga na lista do Code Igniter para debugar código. Trata-se do dBug. A utilização do sisteminha é muito simples! Para isso, basta executar o seguinte código na variável que deseja:

include_once("dBug.php");
new dBug($myVariable);

$myVariable é a váriavel que deseja debugar. Muito útil para identificar por que a sessão (SESSION) não está funcionando, por exemplo. O resultado na instância da classe é colorida e bem organizada.

exemplo-dbug

Convenhamos, o dBug é bem melhor do que o print_r(), não? Além do mais, é totalmente free.

Tive uma bela surpresa hoje, ao entrar no site oficial do jQuery. Layout novo, mais bonito! Mas afinal, o que é jQuery, hein?

jQuery é uma biblioteca de javascript que simplifica em 90% (em minha opnião), no desenvolvimento de eventos, animações, interações, inclusive com Ajax, etc. Uma das vantagens que admiro muito, é o fato de podermos escrever os scripts sem nenhum inserção na página, exceto o link do arquivo js. Assim, para quem trabalha em equipe, evita que o designer altere o código e deixe tudo sem funcionar, ocasionando retrabalho desnecessário.

Plugins

O jQuery possui inúmeros plugins mantido pela comunidade, que pode agilizar ainda mais no desenvolvimento do projeto. Um exemplo que usei hoje em um projeto é o Drag and Drop. Veja como o plugin funciona, com apenas uma linha de código.

Quem usa?

Hoje, no novo site, observei que existe várias empresas sérias, de grande porte, que utiliza jQuery em seu projeto. Entre elas, estão o Google, Dell, Mozilla, WordPress, etc. Isso dá certa credibilidade ao projeto, afinal, quem não usaria uma biblioteca que o Google usa? =D

Onde encontro?

Acesse o site oficial (em inglês), do jQuery. Exiiste uma comunidade brasileira, jQuery Brasil, com publicações de artigos, dicas e a documentação traduzida. Interaja, no início pode parecer um bicho de sete cabeças, mas o tempo de aprendizado é compensado no tempo ganho em desenvolvimento. Afinal, esse é o lema do jQuery: Escreva mais com menos! =)